5 razões para NÃO colocar rodas aro 27,5 em sua MTB aro 26

Escrito por Lucia Saraiva em . Publicado em Artigos, Dicas

Autor: Henrique Andrade

Fonte: http://www.praquempedala.com.br/blog/5-razoes-para-nao-colocar-rodas-aro-275-em-sua-mtb-aro-26/
Olá pessoal! Aqui vai um assunto que os “especialistas” de plantão dos fóruns vão ficar p&tos da vida comigo. Mas é importante alertar mesmo assim! Essa semana tive a oportunidade de conversar com um diretor da área de desenvolvimento de produtos de uma das maiores marcas de bikes do mundo (prefiro não falar o nome da marca). Perguntei para ele sobre a questão da conversão de bikes 26 em 27,5. E para minha surpresa a resposta dele foi: “Não faça isso!”. Os motivos são simples: A mountain bike é um veículo leve e milimetricamente planejado para aguentar impactos e situações bastante extremas, sem perder estabilidade e tendo um mínimo de segurança. Quando se coloca uma roda aro 27,5 em uma estrutura que foi cuidadosamente planejada para um aro 1,5 polegada menor. Existem uma grande alteração na estabilidade, forças exercidas sobre o quadro e suspensão e centro de gravidade da bicicleta. O que alteram MUITO e de forma imprevisível o comportamento da bike. Para não ficar a minha palavra contra a dos grandes “especialistas” que tem por ai… Fui buscar uma fonte com bastante credibilidade. Josh Patterson, é mecânico de bicicletas e editor da parte técnica do Site Bike Radar. O maior site do mundo sobre aspectos técnicos de bicicletas. Ele escreveu um artigo com 5 motivos para não fazer a conversão. Para acessar o original, aqui vai o link. Vou fazer aqui uma tradução:

1. Não é algo certo

Tem um monte de fóruns dedicados a convencer as pessoas a colocar as rodas “levemente maiores” nos quadros aro 26. Muitas das conversas nos fóruns são sobre quais os quadros são compatíveis com essa conversão. Não existem garantias de que o seu quadro aro 26 vai acomodar as rodas 27,5 (650b). Se a sua bike for uma Santa Cruz Blur TRc ou uma Ibis Mojo HD, essas são as mais comuns para a conversão. Mas ambas as marcas afirmam que a conversão não é o ideal.

2. Só porque cabe, não significa que vai funcionar

Você não está em uma trilha somente porque a sua bike acomoda os aros 650b e os pneus. Pode até parecer que cabe no stand de reparo, mas no teste real, é quando você toda a sua suspensão traseira se comprime 100%. Provavelmente o pneu vai acertar o seat tube (ou ficar muito perto). Ou pior… a coroa do garfo vai acertar o pneu dianteiro. 650B Para ajustar a suspensão para que a roda caiba no quadro 26 mesmo em situações extremas, existem algumas gambiarras que podem ser feitas no garfo, com espaçadores de borracha ou limitar o curso da suspensão traseira. Mas ambas interferem na performance da bicicleta. Em bikes Hard Tail. Você pode comprar só a suspensão 650b, mas isso irá afetar a geometria e consequentemente a dirigibilidade de sua bicicleta.

3. Diminua os pneus e diminua a diferença

Outra opção é colocar pneus com perfil mais baixo. Isso diminui as chances do pneus pegar na bike… Porém, também diminui as vantagens de você estar utilizando o aro 27,5… Superlight Compressed1 Além de perder estabilidade e resistência por estar utilizando pneus mais finos.

4. A performance vai ser mediana, no máximo

Vamos supor que você ignore tudo o que está sendo dito e coloque rodas 650b no quadro 26… Você vai ter que comprar novos pneus, novos aros, talvez um garfo novo. Isso com certeza vai sair mais barato que uma bike nova O problema é que provavelmente você não terá grandes resultados com isso. Você terá aumentado 25mm em uma roda, mas terá alterado todo o resto da bicicleta. Com a alteração você terá aumentado a altura do caixa de centro, vai ter modificado o curso da suspensão da sua bike, para evitar o impacto com a coroa. Talvez precise de pneus mais finos, também para evitar o impacto tanto no garfo como no seat tube. Se você optar por uma suspensão 650b, você vai alterar o ângulo do head tube, altura da caixa de centro, ângulo do seat tube e aumentar o comprimento total da bike… Ou seja construiu uma bike nova. Com tantas alterações, é simplesmente impossível identificar qual o ganho que aconteceu por conta do aumento das rodas… Com tantas variáveis confusas na equação. Nenhuma conversão será melhor que uma bike projetada 100% para os aros 650b.

5. Paciência é uma virtude

Pergunte a você mesmo: Vale a pena empurrar uma roda ligeiramente maior em um quadro 26, só para ter ganhos marginais de rolagem e tração com o risco de perder segurança e performance e dirigibilidade? Tem um monte de aros 650b sendo lançados, desde hard tail a bikes de DH. Logo, logo, todo o tipo de marcas de quadros e rodas já estarão disponíveis em 650b. Se ainda não estiver afim de gastar com a 650b. Teste a bike de algum amigo que seja feita especificamente para 650b e tire as suas conclusões daí. Não converta uma 26 em uma 27,5. Se você for um cara que gosta de apostas e está ansioso para se juntar a galera que está fazendo as conversões. Provavelmente em um futuro próximo, serão lançados quadros planejados para que a conversão seja feita e ai você poderá fazer o sua conversão.

Complementos

Marcelo Rocha, o maior especialista em Bike Fit no Brasil, deixou suas contribuições para o texto: “Outros detalhes importantes: – A altura da caixa de centro em relação ao solo vai ser aumentada (ela e o que eles chamam de BB drop, andam juntos; BB drop é a diferença de altura dos eixos da roda para a caixa de centro e vice-versa) você vai estar em uma bike com a caixa de centro mais alta em relação ao solo, porém com um BB drop de uma caixa de centro mais baixa. – Nas bikes 29 e 27,5 de fábrica a altura de caixa centro em relação ao solo aumenta quando muito 5 mm em relação à 26 (vários fabricantes mantém a mesma). E os fabricantes aumentam justo o BB drop para manter a bike estável e não colocar a caixa de centro lá em cima. Ou seja, os eixos das rodas sobem e a caixa de centro permanece lá embaixo. – O trail dessa bicicleta é calculado para uma roda 26 e com tal ângulo de caixa de direção e vice-versa, você também terá alterações de dirigibilidade por conta disso. Trail é a diferença da projeção do ângulo da caixa de direção para o solo, e do eixo da roda da frente para o solo. Só para ilustrar: imagine uma moto tipo uma HARLEY, o trail dela é imenso, enquanto uma moto tipo do Valentino Rossi tem o trail bem menor. – A largura de guidão de uma bike 26 foi pensada para esterçar essa roda considerando o desvio angular que ela tem, se a roda aumenta, e o guidão? E por aí vai. Saudações!”

Termogênicos naturais para derreter gordura

Escrito por Lucia Saraiva em . Publicado em Artigos, Dicas

Listamos 7 alimentos termogênicos que vão te dar uma mãozinha no processo de emagrecimento


Termogênicos

Os alimentos termogênicos são aqueles que possuem em sua composição substâncias capazes de elevar a temperatura do organismo. Ao serem ingeridos fazem com que o metabolismo fique acelerado, já que precisa trabalhar mais para manter a temperatura do corpo próxima do ideal (entre 36ºC e 37ºC). “Todo alimento que consumimos gasta energia para ser digerido, mas os com substâncias chamadas de termogênicas fazem com que o metabolismo trabalhe ainda mais”, afirma a nutricionista Talitta Maciel.

Acelerar o processo de emagreciemento é o fator mais desejado dos alimentos termogênicos. Isso porque, quando o corpo trabalha para manter a temperatura e eleva o metabolismo, uma das fontes de energia que usa para este processo é a gordura que temos estocada. Vale lembrar, porém, que os alimentos termogênicos, por si só, não fazem milagres. Para que haja a queima de gordura, eles devem ser aliados a uma dieta ajustada por um nutricionista.

Listamos abaixo 7 alimentos termogênicos naturais para você adicionar em sua dieta e ter aquela forcinha para derreter a gordura!

Pimenta rica em capsaicina (componente ativo da pimenta), ajuda a retirar e quebrar a gordura armazenada no tecido adiposo. Pode ser utilizada com moderação durantes as refeições.

Chá verde as catequinas presentes no chá verde aumentam o gasto energético e ajudam o corpo a queimar mais calorias. Pode ser ingerido até cinco xícaras de chá por dia.

Gengibre segundo estudos, pode acelerar o metabolismo em até 10%. Os gingeróis (extrato do gengibre) presentes nele são os responsáveis por sua ação termogênica. Pode ser ingerido em chás, saladas, cru ou misturado nos alimentos.

Cacau – possui a teobromina, substância que auxilia no aumento de gasto calórico e até no ganho de massa muscular. Pode ser consumido até 30 gramas por dias. Mas é importante lembrar que é cacau e não chocolate! Compre o produto em pó e misture-o com vitaminas ou frutas.

Canela possui alto teor de cálcio mineral, substância qua auxilia no processo de emagrecimento, e também aumenta o metabolismo basal. O indicado é usar uma colher de sopa em cima de frutas ou misturadas em líquidos.

Água gelada – Ao receber a água gelada, o corpo é obrigado a gastar mais energia para manter sua temperatura ideal. Beba à vontade!

Vinagre de Maçã – Possui efeito similar ao da pimenta. Você pode ingerir meia colher duas vezes ao dia ou até utilizá-lo como tempero de saladas.

(Fonte: Talitta Maciel, nutricionista do Espaço Reeducação Alimentar)

Por Redação
Fonte: http://o2porminuto.ativo.com/corrida-de-rua/nutricao/termogenicos-naturais-para-derreter-a-gordura/

Acerte no termo e no desempenho do pedal

Escrito por Lucia Saraiva em . Publicado em Artigos, Dicas

Aprenda a terminologia básica, entenda como funcionam os limiares no treinamento e tenha um bom desempenho


É importante aprender alguns termos técnicos no vocabulário de fisiologia para um bom desempenho no pedal – Foto: Shutterstock

Por Gustavo Figueiredo

A variedade de termos técnicos no vocabulário de fisiologia é grande, mas é importante compreender alguns que são fundamentais para a evolução do seu desempenho no pedal, sobretudo os que têm a função de balizar a intensidade nos treinos. Conversamos com dois renomados treinadores do cenário nacional do ciclismo, o paranaense Alex Arseno e o mineiro Ricardo Alcici, que explicaram a terminologia e a definição dos limiares que diferenciam os tipos de treinamento.

LIMIAR AERÓBIO (L1)
É uma zona de baixa intensidade, que compreende cerca de 70% do batimento cardíaco máximo. A partir do L1 o organismo começa a gerar lactato, resíduo químico associado à fadiga e proveniente do metabolismo do glicogênio muscular para produção de energia durante o esforço físico. Nesse nível de intensidade, no entanto, a quantidade de lactato gerada é reutilizada pelo organismo e por isso não interfere no rendimento durante o exercício. O trabalho nesta zona fisiológica é um importante alicerce do treinamento, normalmente executado no período de base.

LIMIAR ANAERÓBIO (L2)
Quando a intensidade do treino aumenta, o organismo passa a gerar uma quantidade de lactato maior do que é capaz de reabsorver. O L2 é o limite do equilíbrio entre a produção e remoção deste subproduto do exercício. Acima desse limiar há um desequilíbrio e consequente acúmulo de lactato no organismo, o que contribui para a fadiga muscular. Identificando-se o Limiar Anaeróbio, é possível determinar o nível de esforço que o atleta consegue manter sem “quebrar”, parâmetro fundamental para a realização de treinos de alta intensidade, como intervalados, por exemplo.

LIMIAR FUNCIONAL DE POTÊNCIA (FTP)
Significa a potência máxima que um atleta consegue manter de forma constante por 1 hora, parâmetro que pode ser aferido por ciclistas que utilizam medidores de potência e possibilita determinar as zonas de intensidade para um correto direcionamento dos treinos, além de avaliar a evolução do atleta. Para descobrir este limiar, a sugestão é fazer um contrarrelógio de 20 minutos em intensidade máxima e constante e subtrair 5% da potência média obtida. O resultado será o seu FTP.

VO2 MÁX. (CAPACIDADE AERÓBICA OU L3)
O VO2 Máx. é a quantidade máxima de oxigênio que o organismo consegue absorver durante um exercício aeróbico. Atletas com elevada capacidade aeróbica conseguem desempenhar atividades de maior intensidade por mais tempo. Para aumentar o VO2 Máx., normalmente são prescritos treinos com tiros de alta intensidade, que varia de 105% a 120% do FTP. O L3 é normalmente aferido por meio do teste ergoespirométrico, que avalia o comportamento dos sistemas pulmonar e cardiovascular do atleta diante do esforço máximo, permitindo também determinar com maior precisão as zonas de treinamento do L1 e do L2.

(Reportagem publicada na revista VO2, edição #110 de Junho/Agosto de 2015)

Por Redação
Fonte: https://prologo.ativo.com/ativo-sliders/acerte-no-termo-e-no-desempenho-do-pedal/

 

Como fazer a limpeza do capacete

Escrito por Lucia Saraiva em . Publicado em Artigos, Dicas

 

Mantenha a limpeza do capacete em dia com dicas simples e evite aquele odor ruim característico do acúmulo de suor


Mantenha a limpeza do capacete em dia com algumas dicas simples

Depois de um treino puxado e de transpirar muito na bike, um banho é mais que necessário. Esse banho, no entanto, não deve ser restrito apenas ao ciclista. O capacete também é impregnado por suor e sujeira, favorecendo ao acúmulo de bactérias que causam aquele odor ruim característico, e por isso também deve ser limpo com certa frequência. Assim, separamos algumas dicas para manter a limpeza do capacete em dia.

Lavagem rápida
O ideal é não usar nenhum produto de limpeza muito forte (álcool ou alvejantes), porque eles podem danificar o equipamento. Um método simples é mergulhar o acessório em um balde com água e detergente neutro, e utilizar uma esponja macia para sutilmente fazer a limpeza dos locais onde a sujeira estiver mais concentrada.

Limpeza das espumas
As espumas que ficam dentro do capacete podem ser retiradas para a lavagem que pode ser feita a mão ou na máquina junto com o restante da roupa do ciclista.

Não esqueça das tiras
As tiras que prendem o capacete na cabeça também acumulam muito suor e sujeiro, portanto não devem ser esquecidas na hora da limpeza. Utilize um balde com água novamente, adicione detergente diretamente na tira e limpe-a com o auxilio de uma esponja macia.

“Velhos de guerra”
Para a limpeza de capacetes mais antigos, que normalmente têm maior acúmulo de suor e sujeira, a dica é separar um pano limpo, colocar água morna com um pouco de vinagre e passar por toda a superfície, inclusive nas tiras e estofamento interno. Depois, deixe o capacete arejar bem, para eliminar o cheiro do vinagre.

Secagem
Para secar, é necessário deixar o equipamento na sombra, pois o sol pode resseca-lo e fazer com que perca o brilho.

Por Karina Dias

Cordel da Lu Saraiva

Escrito por Lucia Saraiva em . Publicado em Artigos

amigosdebike Fundado em 01/08/2005

CORDEL

Lu e os amigos de Bike

Por Oscar Pinto – Amigo de Bike 03/10/2006

Agora vou contar a história

De uma trajetória de glória:

Da ciclista Lucia Saraiva.

Causa inveja e até raiva

Em quem não é capaz

De fazer o que ela faz.

Não conhece o que é o medo

Começou ainda muito cedo

A pedalar na tal magrela

E ninguém pedala como ela.

Até menino, homem ou rapaz

Come poeira, ficando pra trás.

Pois essa mulher arretada

Juntou gente para bicicletada

Criando Os Amigos de Bike

Nome em inglês. Do you like?

Juntou gente de toda idade

Pra pedalar pela cidade.

Saindo a noite, semanalmente

Para a alegria de muita gente

No Aeroclube, Ponto do Açaí

Às nove horas, ou por aí…

Partem todos animados

Com trajetos bem variados.

Tem advogado, estudante

Nutricionista, comerciante

Professora, eletricista,

Engenheiro, jornalista,

Funcionário, funcionária

Costureira, estagiária.

Tem sergipano, tem baiano,

Carioca, cearense, paraibano,

Tem gente do sul e do norte

Todos unidos pelo esporte

Todos unidos pelo ciclismo

Com muito companheirismo

Na frente vai o Edson Vigo

Que também é grande amigo

Vai organizando o pelotão

Alexandre, Catatau, Mauricio

Nestor, Buga, Oscar, Clemente,

E cada dia aparece mais gente!

Tio Lu, Simas, Pavese, Carlão

Iean, Cláudio, Kleber Falcão

Também não falta celebridade

Sempre que está na cidade

“Silvio Santos”, em pessoa

Vem pedalar, numa boa.

Tem também o tal Guerreiro

Que é um bom companheiro

Mas é um cara peso-pesado

Deixa qualquer pneu arriado

Jorge do Apito, Acrísio, Valci

Perdoem-me todos que esqueci.

Agora é a vez das mulheres:

Lúcia, Vânia, Aninha Meireles

Tatiane. Alô, Alô ! – Terezinha!

Rita, Goretti, Lívia, Itaninha

Mary Gama , Zélia, Luciana

Elzira, Renata, Roseli, Tatiana

Entre os meninos e as meninas

Há uma coisa que não anima:

Existe uma certa desproporção

É preciso equilibrar a equação

Afinal quem é que não quer

A presença marcante da mulher?

Que venha então a mulherada

Participar mais da bicicletada

Encher de beleza a cidade

Com charme e sensualidade

Mostrando a sua energia

Trazendo a sua alegria.

E para o deleite dos poetas

Chefa Lu reúne as bicicletas

Para o Pedal da Lua Cheia

Em Pituaçu, logo após a ceia

Num local de rara beleza

Um santuário da natureza.

E como se não fosse bastante

Lu criou outra coisa importante:

A comissão de Cicloativistas

Pela segurança dos ciclistas

Um exemplo de cidadania

Para ser seguido a cada dia.

Termino tão singela homenagem

A esta mulher de fibra e coragem

Com uma proposta encantadora

Tornou-se nossa guia e protetora

Trazendo para todos a alegria

Rainha dos ciclistas da Bahia!